
Pop Art, movimento que usava figuras e ícones populares como tema de suas pinturas.
Com o objetivo da crítica irônica ao bombardeamento da sociedade capitalista pelos objetos de consumo da época, ela operava com signos estéticos de cores inusitadas massificados pela publicidade e pelo consumo, usando como materiais principais gesso, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, fluorescentes, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, como de uma escala de cinquenta para um, transformando o real em hiper-real.
Ainda é confuso juntar duas palavras como “arte” e “pop”. Falo “ainda”, porque isso não é nem mesmo produto do nosso tempo. Estamos mais para um tempo de “esgotamento” dessa prática (se a intenção é fazer algo novo), do que de invenção por esse caminho. Mas, mesmo assim, o assunto ainda dá pano para algumas discussões
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